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Tentaste com síndrome de ovários policísticos

25/01/2015 21:31

Bom meninas descobri que tenho sop síndrome de ovários policísticos, foi um choque mais ccontínuo tentando e tomando ácido fólico, dia 2 volto no go pra ver o que vai ser feito, até por qUE não tenho sintomas, minha m vem direitinho. Bom volto com notícias!

10 dúvidas frequentes sobre a síndrome dos ovários policísticos Alterações menstruais constantes devem ser alerta para as mulheres

08/01/2015 20:54

A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação. A seguir, esclareço as dúvidas mais comuns sobre a doença:

Quais são os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos?

São as alterações menstruais. A mulher menstrua a cada dois ou três meses e, freqüentemente, tem apenas dois ou três episódios de menstruação por ano. Outro sintoma é o hirsutismo, ou seja, o aumento de pelos no rosto, nos seios e na região mediana do abdômen. A obesidade também é um sintoma freqüente. Na verdade, a obesidade piora a Síndrome. Às vezes, a paciente não tem as manifestações sintomáticas, mas quando engorda, elas aparecem.

Alterações menstruais muitas mulheres têm. Existe algum tipo que seja característico da síndrome do ovário policístico?

Menstruações espaçadas é a principal característica dessas alterações. Mulheres com ovários policísticos têm apenas dois, três ou quatro episódios menstruais por ano.

Em que fase da vida da mulher, a Síndrome costuma aparecer?

Ela começa na puberdade e vai até a menopausa. Alguns casos tornam-se assintomáticos com o tratamento, mas é uma doença crônica. Por isso, é comum a mulher com ovário policístico procurar vários especialistas, ao longo da vida, em busca de tratamento. No entanto, a importância que se dá ao caso, depende da fase da vida que a mulher atravessa. Na puberdade e na adolescência, os pêlos causam maior incômodo. Depois, na idade do casamento, preocupam as alterações menstruais, que podem ser sinal de infertilidade. Há, também, o momento em que a obesidade representa o maior inconveniente. A Síndrome assume maior ou menor relevância, de acordo com a fase de vida da mulher e, conseqüentemente, o tratamento deve respeitar os sintomas que se destacam em determinado período.

Como se faz o diagnóstico da Síndrome dos Ovários Policísticos?

Como se trata de uma doença crônica, não há cura da síndrome, e sim, tratamento dos sintomas.

O diagnóstico da doença ficou muito facilitado com o emprego do ultra-som. Antigamente, fazíamos uma pneumopelvigrafia, um exame invasivo porque se aplicava uma injeção de ar no abdômen para visualizar melhor os órgãos pélvicos e tirava-se uma radiografia. Hoje, a sonda do ultra-som sobre a superfície externa do abdômen permite um diagnóstico preciso. Normalmente, os ovários policísticos são visualizados por meio do exame de ultra-som ou no de toque realizado no exame ginecológico de rotina. Às vezes, basta examinar a paciente para localizar os dois ovários aumentados. O ovário tem mais ou menos 9cm³. O ovário policístico chega a ter 20cm³, quer dizer, o dobro do volume. Além disso, sua aparência é típica: fica coberto por uma capa branca semelhante à albugínea que envolve o testículo, e os cistos formam uma saliência na superfície.

Qual a diferença entre cisto no ovário e ovário policístico?

A diferença está no tamanho e no número de cistos. Geralmente, na Síndrome, existem de 10 a 20 pequenos cistos com meio centímetro de diâmetro, enquanto os cistos de ovário são únicos e bem maiores, medindo de 3 a 10 cm. Eles só não são únicos nos casos de estimulação ovariana para fertilização assistida, quando podem ocorrer de cinco a dez cistos grandes. Se a mulher faz um ultra-som e encontra um cisto grande no ovário, isso não quer dizer que ela corra risco maior de desenvolver a Síndrome dos Ovários Policísticos. Não há esse perigo. Essa mulher tem, provavelmente, uma alteração no controle da função ovariana que leva à produção do cisto. Ela pode ter um problema no hipotálamo ou na hipófise, que não faz parte da Síndrome dos Ovários Policísticos, uma patologia crônica para a qual ainda não se descobriu a cura.

A mulher com síndrome de ovários policísticos produz mais testosterona que a mulher normal?

Quais as conseqüências deste desequilíbrio hormonal? É importante dizer que todas as mulheres produzem fisiologicamente hormônios masculinos. Na mulher, uma das funções dos andrógenos é justamente aumentar a libido. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário e isso impede a ovulação. Os cistos representam a parada do desenvolvimento dos folículos para ovular. O folículo, normalmente, atinge um estágio em que arrebenta e expele o óvulo. Quando isso não acontece, um líquido se acumula nesse local. Como mais ou menos dez folículos se desenvolvem todos os meses, surgirão dez ou quinze pequenos cistos característicos do ovário policístico. No entanto, essa mulher não ovula porque lhe faltam condições endócrinas para tanto.

O aparecimento da acne é muito freqüente nesse tipo de síndrome?

A acne é um sintoma comum na Síndrome dos Ovários Policísticos. Quando o andrógeno atua sobre o sistema pilossebáceo, aumenta a produção de pêlos e a de material oleoso pelas glândulas sebáceas, o que facilita a instalação das infecções características da acne. É importante que a causa da acne em adolescentes seja pesquisada, pois pode tratar-se de ovários policísticos.

Quais as possibilidades terapêuticas para o tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos?

O tratamento depende da fase de vida da mulher. O que é mais importante em determinado momento e qual o sintoma que mais a incomoda são perguntas que o médico que a assiste deve fazer. Como se trata de uma doença crônica, não há cura da síndrome, e sim, tratamento dos sintomas. Uma adolescente de 15/16 anos, obesa, com pêlos e acne e perturbações menstruais, precisa primeiro tentar emagrecer. Às vezes, só a perda de peso provoca a reversão do quadro, porque a obesidade gera resistência à insulina e essa resistência produz o aumento de andrógenos, os hormônios masculinos. Se ela não for obesa, torna-se necessário diminuir a produção dos hormônios masculinos e uma das maneiras mais simples de fazê-lo é por meio da pílula anticoncepcional. Qualquer pílula, não precisa ser uma em especial, porque todas deprimem a função ovariana e, portanto, diminuem a produção de hormônio masculino. O anticoncepcional atua também na unidade pilossebácea, reduzindo o crescimento dos pêlos e a produção de sebo. Dessa forma, melhoram os quadros de hirsutismo, acne e as alterações menstruais, uma vez que a pílula regulariza os ciclos menstruais.

Como a infertilidade está associada à Síndrome dos Ovários Policísticos?

Saiba mais

  • Hábitos que comprometem a fertilidade da mulher
  • Seis hábitos que prejudicam a fertilidade masculina

Até os 23 anos de idade, mais ou menos, mulheres com a Síndrome podem ovular esporadicamente. Sabe-se que nem todas as menstruações que ocorrem espaçadamente são ovulatórias, mas algumas são, e a mulher consegue engravidar. É muito comum a referência de que antes dos 23 anos, elas tiveram um ou dois filhos. Depois, não conseguiram mais engravidar. Essa é uma das patologias mais simples de serem tratadas porque as mulheres, em geral, respondem ao indutor da ovulação mais corriqueiro que existe, o clomifeno. Ele é administrado por via oral, cinco dias por ciclo, a partir do primeiro dia e é capaz de corrigir as anomalias endócrinas e provocar ovulação. Grande parte das mulheres responde bem ao tratamento e engravida. Infelizmente, algumas não conseguem porque as condições locais ficaram ruins ou o estroma produz muito andrógeno e é necessário adotar outra tática, como estimular os ovários com gonadotrofinas, o que se faz normalmente na fertilização in-vitro. Atualmente, não empregamos mais a técnica de ressecção em cunha dos ovários. O que se faz é a cauterização laparoscópica. Através de três pequenas incisões na parede abdominal, os cistos são cauterizados. Com isso, as pacientes começam a menstruar, ovular e ficam grávidas. Muitas chegam a menstruar regularmente até a menopausa.

E quando estas mulheres com ovários policísticos chegam à menopausa, os problemas desaparecem?

Em conseqüência do hiperinsulinismo, essas mulheres, ao chegar à menopausa, apresentam maior risco de apresentar distúrbios cardiovasculares. Mais freqüentemente, elas são hipertensas e desenvolvem diabetes do tipo II, justamente aquele que não é insulinodependente, porque têm resistência à insulina. Por isso, elas devem procurar tratamento pelo menos para normalizar essa resistência à insulina. Assim, independentemente da idade, quando uma mulher tem hiperinsulinismo, uma das tentativas é utilizar a metilformina, uma substância que aumenta a sensibilidade à insulina. De 40% a 50% das pacientes respondem bem a esse esquema terapêutico, as menstruações se regularizam, os níveis de testosterona baixam e elas engravidam.



Não deixe de consultar o seu médico.

Como identificar o período fértil em ciclos menstruais irregulares?

06/01/2015 22:35

Pra quem sofre como eu com ciclos irregulares e nunca sabe quando vai ser o seu período fértil ai vai algumas dicas.

O ciclo menstrual inicia-se no primeiro dia da menstruação e termina no primeiro dia da menstruação seguinte. Dura, em média, 28 dias, podendo ter variações em outras mulheres com períodos mais curtos (de até 21 dias) ou ciclos mais longos (de até 35 dias).

Mulheres com menstruações regulares possuem mais facilidade para identificar seu período fértil através de uma tabelinha e aumentar as chances de gravidez, tendo relações sexuais durante essa fase. Por outro lado, mulheres com ciclos e menstruações irregulares apresentam maiores dificuldades para seguir essa “regra”, porém existem outras maneiras da futura grávida saber qual é o seu dia mais fértil para a fecundação.

Nas farmácias, é possível encontrar testes de ovulação que detectam o “pico” do LH (hormônio luteinizante que controla a ovulação) na urina de 24 a 36 horas antes da ovulação começar. Assim, quando a dosagem do LH se eleva, é porque a ovulação está para acontecer. No entanto, o resultado do teste pode apresentar os chamados “falsos positivos”.

temperatura basal também ajuda a mulher a perceber quando será a sua próxima ovulação, considerando as mudanças de temperatura que o organismo apresenta nesse momento. Conforme a mulher vai se aproximando do período mais alto da ovulação, a temperatura do seu corpo sobe discretamente. A melhor temperatura para a fecundação é em torno de 37ºC (após as duas primeiras semanas do ciclo menstrual, onde a progesterona “aquece o corpo”), ou seja, quanto mais próxima a este número a temperatura do corpo estiver, melhor será para a concepção.

Outro método de identificar se a ovulação está próxima de acontecer é através do muco vaginal. O muco vaginal pode surgir na calcinha de forma mais grossa e amarelada. É chamado de muco fértil, pois favorece a mobilidade dos espermatozoides em direção ao útero e às trompas.

 
fonte:  https://engravida.com.br/blog/como-identificar-o-periodo-fertil-em-ciclos-menstruais-irregulares/

Como evitar estrias na gestação? Veja algumas dicas

06/01/2015 22:23

 Olá vamos falar um pouco sobre a nossa vaidade, não é por que estamos gravidas ou tentando engravidar que iremos descuidar da nossa beleza, ai vai algumas dicas pra evitar as temidas estrias.

As estrias são muito temidas pelas mulheres durante a gestação, principalmente pelas mais vaidosas. Elas podem surgir devido ao grande e repentino aumento do útero e da barriga. Para isso, a pele da região precisa se esticar bastante. Outro fator é o ganho excessivo de peso ou o emagrecimento rápido. Mas, há como evitar essas indesejáveis marcas. A gestante precisa apenas criar uma rotina de cuidados e mudar alguns hábitos. Veja só:

Dicas para evitar as estrias na gravidez

  •  Hidratação da pele: a hidratação da pele é ponto fundamental para evitar as estrias. Quando a pele está hidratada, se adapta mais facilmente às mudanças, como ao aumento da barriga da gestante. Os cremes hidratantes devem ser usados várias vezes ao dia, principalmente após o banho. Eles podem ser aplicados tanto na barriga quanto nos seios, nas costas e nas pernas. Dê preferência para cremes desenvolvidos especialmente para as gravidas, que são ricos em óleos hidratantes e vitamina E.

 

Foto: 8dicas.

Foto: 8dicas.

  • Faça massagens: as massagens, além de muito relaxantes, podem ajudar a evitar estrias quando feitas com cremes hidratantes. Elas ajudam a amenizar a coceira que pode surgir por conta do esticamento da pele.

  • Compre sutiãs adequados: durante a gestação, suas mamas vão aumentar de tamanho. Com isso, podem surgir estrias. Além de usar creme hidratante na região, outra medida eficaz é utilizar sutiãs de tamanho maior, adaptado para seu novo busto. Talvez seja necessário trocar temporariamente todas as suas peças.

  • Roupas confortáveis e folgadas: usar roupas apertadas prejudica a adequada circulação sanguínea, o que também interfere e facilita a formação das estrias. Para evitá-las e para se sentir mais confortável, use roupas mais leves e folgadas, de tecidos como algodão, que permitem a transpiração adequada.

 fonte: https://www.gestacaobebe.com.br/para-as-gestantes/cuidados-pessoais/como-evitar-estrias-na-gestacao-veja-algumas-dicas/

Grávidas, bebês e a convivência com animais

06/01/2015 22:03

Oiee meninas boa noite, estou aqui só pra esclarecer alguns medos que as mamães de primeira viagem tem em relação aos seus bebês e seus animais de estimação. Com essa matéria espero ter ajudado vocês a perde um pouco desse medo e deixa claro que bebê e animal pode sim ter uma convivência saudável e alegre.

--> A relação com os animais domésticos durante e depois da maternidade são dúvidas constantes para a família que deseja manter a relação com o seu bebê de quatro patas.  O relacionamento do pet com o bebê, com a gestante, a saúde do bebê e os limites de convivências são alguns destes questionamentos.  Sim, o bebê e a mamãe podem conviver com o pet da família. É preciso ter um pouco mais de cuidado com estas relações, o desenvolvimento do feto e a saúde do seu bebê são prioridades neste momento.  Uma das maiores dúvidas é se o animal pode passar alguma alergia para o seu bebê, principalmente do trato respiratório. Se sua preocupação era essa, anime-se! Doenças alérgicas como rinite e bronquite são desenvolvidas por predisposições genéticas.  A convivência da gestante com o seu bichinho de estimação não precisa ser restrita durante a gravidez. O único cuidado a ser seguido é a higiene do animal. Limpeza constante no seu bichinho e também no espaço em que ele transita é fundamental, isto evitará que a gestante contraia a Toxoplasmose, que pode ser contraída na ingestão de água ou alimentos contaminados pelo protozoário transmissor, que se encontram presentes nas fezes de gatos.

Foto: coolanimalworld

Foto: coolanimalworld

O benefício do contato com animais é ilimitado quando se trata de bebê e crianças. A convivência com o animal é um grande estimulo para o desenvolvimento do seu  pequeno. A segurança e a relação social com os pets tornam- se um incentivo para que o bebê desperte a curiosidade e imaginação no seu processo de desenvolvimento.  E não se esqueça, para manter um relacionamento saudável entre o pet e a família, é preciso que o seu animal esteja educado com o ambiente. Evite brincadeiras com mordidas, arranhões e tapas. Nestes momentos, seu bebê e seu animal de estimação precisam somente de carinho e atenção.

 

fonte: https://www.gestacaobebe.com.br/para-as-gestantes/saude-e-bem-estar/gravidas-bebes-e-a-convivencia-com-animais/

Meninas hoje venho falar sobre o ÁCIDO FÓLICO

05/01/2015 13:15

Prevenção na gravidez

O ácido fólico atua na prevenção de anomalias congênitas no primeiro trimestre da gestação. Ele é recomendado na prevenção primária da ocorrência de defeitos do fechamento do tubo neural, que entre os dias 18 e 26 do período embrionário transforma-se na espinha. Defeitos do tubo neural são malformações que ocorrem no início do desenvolvimento fetal, sendo os principais: anencefalia e espinha bífida. As doses diárias recomendadas são de 0,4 a 0,8 mg no período de no mínimo um mês antes da concepção até três meses ou 12 semanas de gravidez (1º trimestre).

O principal problema desta prevenção reside no fato de cerca de metade das gestações não serem planejadas e, assim, quando as mulheres descobrem que estão grávidas já é tarde para se fazer a suplementação com o ácido fólico. Por este motivo o principal foco é que as mulheres em idade reprodutiva tenham uma alimentação balanceada que contenha alimentos ricos em ácido fólico. As principais fontes deste nutriente são as vísceras, o feijão e os vegetais de folhas verdes como o espinafre, aspargo e o brócolis, além de abacate, abóbora, carne de vaca, carne de porco, cenoura, couve, fígado, laranja, leite, maçã, milho, ovo e queijo.

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04/01/2015 18:06

Nosso novo blog foi lançado hoje. Fique atento e tentaremos mantê-lo informado. Você pode ler as novas postagens deste blog via RSS Feed.

Como Saber Se Estou Grávida Antes da Menstruação Atrasar?

04/01/2015 16:31

Fique alerta com alguns indícios que podem sugerir uma gestação

A vontade de engravidar é tamanha que muitas mulheres, após vários meses de tentativas, passam a entender melhor o funcionamento de seu corpo e as peculiaridades de seu ciclo menstrual, principalmente no que diz respeito à ovulação e ao período fértil.

teste de sangue

Assim, elas redobram as atenções todos os meses à espera de algum sintoma diferente que indique uma gravidez. É claro que o jeito mais fácil é o observar o atraso da menstruação, mas saiba que há outros indícios no organismo feminino que podem indicar uma gestação, mesmo antes do atraso menstrual.

Há mulheres que têm uma sintonia tão afinada com o próprio corpo que dizem saber quando ocorreu o encontro do óvulo com o espermatozoide, relatando que sentiram algo diferente naquela relação sexual. Mas como isso não acontece com todas, conheça algumas sinais para que você fique em alerta caso esteja nas tentativas para conceber um bebê.

Os sintomas acontecem por conta das mudanças hormonais pelos quais o organismo da mulher passa logo após a fertilização. Um dos hormônios é o gonadotrofina coriônica humana (hCG), produzido pelo embrião. O corpo também passa a produzir mais progesterona, que pode sim ter efeitos no corpo feminino nos estágios iniciais da gravidez.

Sinais que podem indicar que tem um bebê a caminho:

  • Você está em sua rotina normal, realizando as atividades de sempre, mas nota que seu corpo está mais cansado e o sono não te deixa em paz.
  • Sente um bolo no estômago, mesmo sem ter comido nada diferente do habitual.
  • Começa a ter enjoos, o clássico sintoma de gravidez, principalmente pela manhã.
  • Vômitos também podem indicar que você já carrega um embrião.
  • A toda hora você corre ao banheiro para urinar. Isso pode ser ação dos hormônios.
  • Cólicas podem indicar a adaptação do útero ao embrião ou a fixação do embrião
  • Pequenos sangramentos, que também podem ser sinal da fixação do embrião, a chamada nidação.

Observe que muitos dos sintomas citados acima se confundem com os sinais da chegada menstruação ou com os incômodos da tensão pré-menstrual (TPM), por isso podem passar despercebidos por muitas mulheres.

Respire fundo e…espere!

dicas

Se você suspeitar que está grávida mesmo antes do atraso menstrual, tenha cautela e espere chegar a data da menstruação para ter certeza de que ela não irá aparecer. Isso porque caso você realize algum teste de farmácia, pode ser que ele dê negativo, mesmo se você estiver grávida. Isso acontece porque esses testes detectam o hormônio hCG pela urina e, nos estágios iniciais da gravidez, a concentração no corpo feminino pode ser muito pequena.

Então, se acalme, segure a ansiedade para não se frustrar ou gastar dinheiro à toa comprando o teste. Agora, se a menstruação não deu as caras, corra até a farmácia e faça o teste. Caso dê positivo, marque uma consulta médica, realize o exame de sangue (beta hCG) e comece logo o pré-natal.

Seu médico irá passar todas as orientações para que você tenha uma gravidez tranquila, com uma rotina saudável, garantindo assim o bom desenvolvimento do bebê.

 

fonte: https://www.mamaeonline.com.br/como-saber-se-estou-gravida-antes-da-menstruacao-atrasar/

 

Esperando o segundo filho

04/01/2015 16:29

Há várias medidas que os pais podem tomar para tornar a chegada do novo bebê menos ameaçadora para a criança que mais velha.

Quando você e seu companheiro levaram seu primeiro filho do hospital para casa eram pais novatos, tendo muito o que aprender, adaptações a fazer e um desafio a enfrentar: o de criar apego pelo novo membro da família. Quando vocês trouxerem o segundo filho para casa, vocês dois já serão verdadeiros mestres no que diz respeito à paternidade/maternidade; não serão vocês, mas sim o filho mais velho, que precisará aprender mais, fazer mais adaptações e esforçar-se para criar um apego pelo recém-nascido. Isso não será mais fácil para o seu primogênito do que foi para vocês; e, considerando sua idade e nível de maturidade, pode ser bem mais difícil.

A melhor sugestão de todas: fique tranqüila. As crianças vivem como vivem os adultos que as rodeiam. Se você estiver ansiosa com o modo como seu filho vai reagir ao fato de ter um irmãozinho, seu filho ficará ansioso também.

A gravidez e o parto tornaram-se assunto de família. Como ocorreu com os pais nos anos 70, nos 80 os irmãos já não são excluídos dos nove meses de preparação e excitação que culminam na chegada de um novo irmão ou irmã. Em vez de tentar entender o que está acontecendo a partir de sussurros entre os adultos e conversas misteriosas sobre cegonhas e canteiros de repolho, os primogênitos de hoje freqüentemente envolvem-se com a gravidez desde os primeiros meses.

A preparação de um irmão é pelo menos tão complicada quanto a preparação dos pais. O primeiro passo, evidentemente é contar ao filho mais velho que a mãe está grávida. Sabemos que as crianças, desde muito cedo, começam a perceber que "algo" está acontecendo. Elas podem captar conversas sérias ou animadas entre os adultos , ver sua mãe sentindo-se mal ou tensa e preocupada, notar outras mudanças na casa - e pensam: "o que estão escondendo de mim?" - "o que vai acontecer? "

O fato de contar desde cedo a criança também dá a vocês bastante tempo para ajudá-la a se acostumar a idéia de ter um irmãozinho e trabalhar seus sentimentos. Talvez convenha esperar até que você receba os resultados dos exames, como ultra-som morfológico, ou amniocentese, ou até o fim do período de risco, se tiver uma história de abortos espontâneos - embora seu filho possa ficar mais chateado ainda se você estiver presa à cama e ele não souber por quê.

Acabado o mistério, há várias medidas que os pais podem tomar para tornar o bebê que está para chegar menos ameaçador para a criança que já mora na casa:

  • Faça todas as grandes mudanças que você planeja fazer na vida de seu primogênito no começo da gravidez, se não tiver tido oportunidade de realizá-las antes de engravidar: matriculá-la na escola - para que tenha um refúgio fora de casa quando o bebê chegar, e não sinta que está sendo expulsa de casa.
  • Ensine-o a usar o banheiro ou desmame-o da mamadeira agora, e não logo após o nascimento do bebê. 
    Acostume seu filho a passar um pouco menos de tempo sozinho com você - se você nunca o deixou com uma babá e vai precisar fazê-lo depois que o bebê chegar, comece a deixá-lo com a babá por curtos período durante o dia. 
    Se o papai até agora não esteve muito envolvido nos cuidados coma criança, comece a trazê-lo para as rotinas de alimentação, banho e hora de dormir, para que ele possa substituí-la habilidosamente quando você estiver no hospital ou ocupada com o novo bebê.
  • Dê início a atividades regulares de diversão entre o pai e o filho(café-da-manhã fora de casa no domingo, sábado à tarde no parquinho, uma história lida depois do jantar), rituais que podem continuar sendo desfrutados por bastante tempo depois que o bebê nascer.
  • Seja sincera e clara acerca das mudanças físicas pelas quais está passando. Explique que você está cansada ou nervosa porque "fazer um bebê é difícil", e não por estar doente ou cansada dele. Não use a gravidez como desculpa para não pegá-lo no colo. Se você precisar passar mais tempo deitada (a pedido médico) sugira que ele deite ao seu lado e tire uma soneca, ouça uma historinha veja TV com você.
  • Apresente seu filho ao bebê enquanto ele ainda estiver no útero. Mostre-lhe ilustrações próprias a sua idade, do desenvolvimento fetal mês a mês, explique-lhe que, a medida que for crescendo a barriga também crescerá, e que quando for suficientemente grande já estará prontinho para sair. Encoraje-o a sentir com as mãozinhas , o movimento do bebê, mas não o obrigue a isso, se não quiser.
  • Para que seu filho não se sinta um mero figurante no drama da gravidez, leve-o a uma ou duas consulta pré-natais e em especial ao ultra-som. Mas não esqueça de levar ao consultório um lanche, livro ou brinquedo predileto, para o caso de haver uma longa espera.
  • Envolva seu filho em quaisquer preparativos pelas quais ele parecer interessado: a escolha dos móveis, roupas e brinquedos - deixe-o até escolher sozinha uma ou duas coisas baratinhas mesmo que lhe pareçam estranhas. Deixe-o abrir os presentes que cheguem antes do bebê nascer.
  • Familiarize seu filho com os bebê em geral. Mostre-lhe fotos dele quando bebê, diga-lhe como era (não se esqueça de incluir algumas histórias que mostrem o quanto cresceu desde então). Se possível, leve-a a uma maternidade para olhar os recém-nascidos (ela descobrirá que não nascem tão "bonitinhos" quanto os bebê mais velhos). Explique que os bebês não fazem quase anda além de chorar, dormir e mamar, e que por algum tempo não conseguem ser bons companheiros de brincadeiras.
  • Evite dizer coisas como: "Não se preocupe, nós vamos continuar a gostar de você, mesmo com a chegada do novo bebê" - por mais bem intencionadas que seja, tais afirmações podem causar preocupações em seu filho, pode sentir-se incapaz de competir com o bebê.
  • Se você pretende dar o berço dele ao bebê, faça vários meses antes da data prevista para o nascimento. Se o mais velho ainda não tiver condições de dormir em uma cama, compre uma caminha provisória, aquela com grades nas laterais. Ajude-o com a decoração do quarto, e enfatize que está mudando de cama ou quarto porque está crescendo e não porque o bebê está a caminho.
  • Apresente ao seu filho os nomes que você está pensando em dar ao bebê, envolvendo-o nesse processo de escolha. Lembrando, é claro, que a escolha final é sua.
  • À medida que a data de parto estiver se aproximando (e só agora) prepare seu filho para o fato de você precisar passar algum tempo no hospital quando o bebê chegar. Faça-o ajudá-la a arrumar as malas e estimule-o a incluir alguma coisa dele para que você leve consigo. Certifique-se que a pessoa que ficará com ele está completamente familiarizada com sua rotina.

Boa sorte!

fonte:https://guiadobebe.uol.com.br/esperando-o-segundo-filho/

 

A vinda do primeiro filho

04/01/2015 16:26

 

Mudanças na Vida do Casal

Como evitar que as dificuldades naturais desta etapa influenciem negativamente a vida da futura família que se inaugura?

Parece haver um consenso, pelo menos por parte daqueles que já passaram pela experiência, de que a chegada do primeiro filho mobiliza muito mais do que a dos outros que vêm a seguir. Trata-se de uma mudança de status radical na vida do casal. Eles dão um salto para uma nova etapa do seu desenvolvimento e avançam uma geração.

Inaugura-se um nova família: Homem e mulher têm novos papéis a desempenhar e novas responsabilidades a assumir como pai e mãe. Deixam de ser cuidados pela geração mais velha, para serem cuidadores de uma geração mais jovem.

No entanto, não é somente a vida do casal que passa por transformações. Toda a família de origem também acompanha este processo. Há uma grande movimentação no campo emocional e todos mudam de status. Cada qual tem um novo papel a exercer. Quem não era, agora passa a ser avô, avó, tio, tia, etc...

Neste meio tempo, surge a necessidade do casal se organizar para encarar as demandas da nova etapa.

Ouvimos normalmente as pessoas falarem sobre chá de bebê, quarto, berço e tantas outras providências práticas. No entanto, raramente ouvimos sobre as tarefas familiares que o casal tem a cumprir para ultrapassar esta etapa com sucesso e que são fundamentais para estruturar as bases do relacionamento da nova família, permitindo um desenvolvimento sadio aos seus membros. Vamos a elas:

  • para a chegada da criança o casal precisará abrir espaço tanto físico, na casa onde mora, quanto emocional, no seu relacionamento, que antes era a dois. Isto significa que homem e mulher deverão cuidar de equilibrar, dentro do possível, seus papéis como pai e mãe, marido e mulher, companheiros, amigos, parentes, etc. Mas ainda deverão cuidar muito bem das fronteiras da nova família: como são principiantes, todos se sentem no direito de invadir e dar palpites. O retorno a casa, depois do nascimento do bebê, é delicado. No período em que deveriam ter mais sossego é que recebem o maior número de visitas, com mil conselhos e opiniões de como devem fazer isto ou aquilo. Durante estas visitas, muitas vezes pais e bebê ficam estressados, mas quem acaba expressando esse incômodo é o bebê, através do seu choro desenfreado. É até surpreendente quando, depois da saída da última visita e com a volta ao clima de tranqüilidade da casa, ele milagrosamente pára de chorar.
  • não existe manual que ensine como ser pai e como ser mãe. Cada um dos pais viverá, ao seu tempo e ao seu modo, a oportunidade ímpar de desenvolver este aprendizado através da construção da relação com o próprio filho. Deverão aprender a colocar limites e a exercer a autoridade necessária. O casal deverá tomar cuidado para não criticar um ao outro, ou mesmo influenciar na construção da relação que, no caso de pai/filho e mãe/filho, é tão somente a dois; deverá abrir espaço e tempo para intimidade entre as díades pai/filho, mãe/filho, homem/mulher, e também para o grupo pai, mãe e filho como família. Cada um dos membros aprenderá sobre esta noção de fronteiras das relações e aprenderá a respeitar seus limites. É como se fosse uma dança que flui, individual, a dois, a três, e até em ciranda de grupo, quando estão com as famílias de origem.
  • tanto o homem quanto a mulher trazem de suas famílias de origem um modelo de educação que envolve hábitos, comportamentos, atitudes, cultura, etc. Podemos dizer que este modelo que cada um traz consigo forma uma bagagem de vida, que a todo e qualquer momento deve ser revista conjuntamente, pois são muito diferentes uma da outra. Quando os dois conseguem perceber e aproveitar o que há de melhor em cada uma das duas bagagens para formarem uma terceira, passam a não ter mais necessidade de disputar sobre qual é aquela que educa melhor, se a do homem ou a da mulher. E aí sim, os dois estarão construindo o modelo da sua nova família, para através da sua cumplicidade, dar o melhor e mais precioso presente para seu filho: uma referência única para que ele se sinta seguro e siga o caminho do seu desenvolvimento de maneira saudável.

Apresentamos, a seguir, as tarefas das famílias de origem. Por que não? Se elas também são influenciadas com a chegada do bebê, nada mais justo do que cumpram algumas tarefas, muito simples de se descrever, porém muito difíceis, sob o ponto de vista de cada um dos envolvidos, de se executar. Vamos a elas:

  • cabe aos avós passarem para uma posição secundária, de maneira a permitir que seus filhos, agora pais, exercitem a principal autoridade paterna e materna, ou seja, respeitar as fronteiras do casal, na qualidade de pais, e da nova família.
  • cabe aos avós, irmãos, tios e primos dos novos pais estabelecerem uma relação carinhosa com a criança, fazendo parte deste período de transição em que a intimidade é permitida, porém, sem a carga de responsabilidade que a paternidade/maternidade requerem.

Portanto, é fundamental que o casal se organize e se adapte às novas circunstâncias desta etapa, para atingir o equilíbrio necessário ao desenvolvimento saudável da nova família. Se surgirem dificuldades, há que se buscar a orientação e os serviços de um profissional especializado. 

 

 

Fonte texto: https://guiadobebe.uol.com.br/a-vinda-do-primeiro-filho/

fonte foto: https://liderarinfluenciar.blogspot.com.br/2012/04/voce-sabe-se-esta-financeiramente.html

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